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Fortaleza N. Sra. dos Prazeres do Iguatemi (MS) - Localização e Medidas
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- Escrito por Tarcísio José Martins
Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres do Iguatemi (MS) - Localização e Medidas
©Copyright a Tarcísio José Martins
Dezenas de autores já escreveram a triste história dessa fortaleza – anos de 1767 a 1777 – mandada construir pelo Morgado de Mateus, Dom Luís Antônio de Souza Botelho, primeiro governador da renascida Capitania de São Paulo que, no período de 1748 a 1765, estivera extinta pela inveja reinol e pelo ódio que o genocida Gomes Freire de Andrade sempre teve dos paulistas.
Os autores, em geral, dizem que quem construiu essa fortaleza fora a “Coroa Portuguesa”, alegação também preconceituosa, para esconder o fato de que quem construiu essa fortaleza, quase sem ferramentas e praticamente “com as unhas”, foram os mesmos paulistas. Depois de 17 anos sem Capitania e sem Pátria, o Morgado de Mateus, a partir de 1767, passou a sojigar os oprimidos paulistas em milícias ou forças pseudo militares e/ou como povoadores para aquela futura povoação, antes mesmo que ela existisse. Caso o recrutado se recusasse à “convocação”, era considerado criminoso, com a consequente prisão de seus pais e outros parentes, além de outras penas violentas.
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Minas Gerais: A História de Minas Roubada do Povo
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- Escrito por Tarcísio José Martins
Capa e texto originais
Este livro de 318 páginas, que escrevemos em 1992 e publicamos em 1995, desenterrou a História da Confederação Quilombola do Rei Ambrósio que se encontrava soterrada por vários documentos falsos emitidos pelo mentiroso Inácio Correia Pamplona, incluída a famigerada “Carta da Câmara da Vila de Tamanduá à Rainha – 1893”, documento 100% ideologiacamente falso publicado pela Revista do APM no ano de 1897, afora o conto “Quilombolas: Lenda Mineira Inédita” que a mesma Revista, de forma sub-reptícia, em 1904, transformou em “fonte de informação” que levou a erro todos maus historiadores que ajudaram a destruir de vez a História, transformando a Confederação de 27 quilombos do Campo Grande, três vezez maior que Palmares, em um único quilombozinho situado apenas na região de Ibiá-MG que, atacado em 1746, morto o seu rei Ambrósio, teria sido destruído e, assim, soterrado de vez pela Revista do Arquivo Público Mineiro, por suas publicações falsas e por seus historiadores míopes e/ou racistas. Esgotada sua edição em papel, dada a sua procura contínua, oferecemos agora essa mesma edição em PDF, GRATUITAMENTE. (O arquivo PDF abre em 1 minuto).
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Livro Minas Gerais: Capitania das Minas do Ouro - 1721 a 1734
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- Escrito por Tarcísio José Martins
Descrição
Este livro, “Minas Gerais: Capitania das Minas do Ouro” focaliza o período de 1721 a 1734 e conclui a nossa trilogia “Minas Gerais”, que abrangeu os Primórdios das Minas Gerais (ano de 1674) até o ano de 1734, período em que nossa historiografia, até 1721, foi repetitiva e monárquico-reverencial, não citando fontes e nem perquirindo os fatos que descreve. Neste último período (1721-1734), nem isso.
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Moema: As Origens do Povoado do Doce
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- Escrito por Tarcísio José Martins
MOEMA: As origens do Povoado do Doce (Primórdios do Centro-Oeste, Alto Paranaíba, Triângulo e Sudoeste de Minas). Trata-se do primeiro livro publicado pelo autor, em agosto de 1987, considerado “História Oficial de Moema” pela sua Câmara Municipal, através da Lei nº 732/98 de 21 de maio de 1998. Segunda Edição, 228 páginas também publicada pela Prefeitura Municipal de Moema, administração 2009/2012.
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